O Herói do Tempo voltou.
The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega nesta quinta-feira, 5 de novembro, ao Nintendo Switch 2 com uma missão nada simples: modernizar um dos jogos mais importantes da história sem apagar aquilo que transformou sua aventura em um clássico.
A Nintendo não optou por apenas aumentar a resolução. O jogo foi reconstruído para o Switch 2 e chega com cenários refeitos, personagens remodelados, trilha sonora orquestral, cenas com dublagem, diálogos expandidos e mudanças importantes nos controles.
Na prática, continua sendo Ocarina of Time. Mas agora é uma versão pensada para funcionar em 2026.
A primeira mudança que chama atenção está justamente onde todo mundo esperava: no visual.
Hyrule foi reconstruída com novos modelos, texturas, iluminação e uma quantidade muito maior de detalhes nos ambientes.
Locais como a Floresta Kokiri, o Castelo de Hyrule, o Rancho Lon Lon e a Vila Kakariko continuam reconhecíveis, mas agora parecem espaços muito mais vivos.
A Nintendo também remodelou personagens como Link, Zelda e Ganondorf e ampliou detalhes que antes eram limitados pelo hardware do Nintendo 64.
Controles finalmente ficaram mais modernos
Uma das mudanças mais importantes talvez nem seja visual.
Link agora pode correr e saltar usando comandos próprios.
A câmera pode ser movimentada livremente com o analógico direito, enquanto armas de longo alcance podem utilizar controles tradicionais ou movimento.
Para quem conhece o original, essas pequenas mudanças alteram bastante a sensação de exploração.
A Nintendo também promete carregamentos mais rápidos, ações mais responsivas e desempenho mais suave.
A Ocarina também ganhou uma novidade
A Ocarina do Tempo continua sendo uma peça central da aventura, mas o Switch 2 trouxe uma novidade curiosa.
Além dos comandos tradicionais, o jogador poderá cantarolar ou até tocar um instrumento próximo ao microfone do console para executar determinadas melodias.
As músicas continuam sendo usadas para abrir caminhos, alterar o ciclo de dia e noite e avançar por diferentes momentos da aventura.
Cenas ganharam dublagem
Outra mudança grande está na forma como a história é apresentada.
O remake possui cenas cinematográficas expandidas e dubladas, além de diálogos novos para personagens de Hyrule.
A trilha sonora também foi renovada com versões orquestrais das músicas clássicas.
A proposta parece ser deixar a história mais envolvente sem transformar Ocarina of Time em um jogo completamente diferente.
Ainda é o mesmo Ocarina of Time?
Apesar das mudanças, a estrutura principal continua sendo aquela que jogadores conhecem desde 1998.
Link começa sua jornada na Floresta Kokiri acompanhado por Navi e acaba envolvido na tentativa de impedir Ganondorf de controlar a Triforce.
A grande diferença é que agora essa aventura chega com controles, apresentação e recursos pensados para uma geração completamente diferente.
Para quem nunca jogou, pode ser a versão mais fácil de recomendar.
Para quem conhece o original quase de memória, a graça deve estar em observar como cada personagem, cenário e momento clássico foi reconstruído.
Ocarina of Time está disponível exclusivamente para Nintendo Switch 2 a partir de 5 de novembro de 2026.
E fica a pergunta: você prefere remakes que mudam bastante o original ou aqueles que preservam quase tudo e apenas modernizam a experiência?



